Revista piauíbets A revista Piauí, conhecida por suas reportagens aprofundadas e investigação detalhada, dedicou atenção especial ao fenômeno conhecido como "bonde do tigrinho", explorando a ascensão de plataformas de apostas online e o papel de influenciadores digitais nesse contexto. A publicação lança luz sobre a intrincada rede que envolve celebridades, políticos e o crescente mercado de apostas no Brasil, revelando o que a revista Piauí chama de "A República do Tigrinho".
A reportagem central, intitulada "O bonde do tigrinho", mergulha na forma como influenciadores como Tathiara Fonseca, Gkay, Virginia Fonseca, Carlinhos Maia, Neymar, Maya Massafera e Cauã Reymond têm promovido ativamente essas plataformas. A matéria destaca a fortuna que alguns desses influenciadores, como Cauã Reymond, teriam embolsado, com contratos milionários associados a casas de apostasNa Revista - revista piauí - UOL. O texto sugere que o "tigrinho", um termo popularmente associado a jogos de azar online, tornou-se um motor financeiro significativo, impulsionado pela influência de figuras públicas.4 de fev. de 2025—Revista Piauí produz desinformação associando videogames às apostas e Tigrinho. Erraram. por Pedro Zambarda em 4 de fevereiro de 2025. A revista Piauí, em sua abordagem característica, não se limita a relatar o fato, mas investiga as implicações éticas e sociais desse cenário.
A investigação da revista Piauí desvenda como o "bonde do tigrinho" se consolidou, explorando a responsabilidade dos influenciadores digitais na disseminação dessas plataformas.O Bonde Do Tigrinho - Revista Piauí A publicação aponta que, para muitos, a promoção de sites de apostas se tornou uma fonte expressiva de renda, com relatos de influenciadores ganhando quantias consideráveis como Tathiara Barbosa Fonseca, que supostamente ganhava cerca de 15 mil reais mensais como corretora imobiliária antes de se envolver nesse universo. A reportagem sugere que a pandemia do vício em apostas foi, em parte, alimentada por essa estratégia de marketing digital.
A edição da Piauí, por meio de reportagens como "A República do Tigrinho" e "Tigrinho engole políticos, juízes e celebridades", expõe a amplitude do alcance dessas apostas, que ultrapassam o círculo de influenciadores e alcançam o cenário político e judiciário. A publicação aponta para a existência de negócios entre figuras políticas, como Ciro Nogueira, e donos de plataformas de apostas, indicando um lobby que busca aumentar o poder no Congresso Nacional.218 - revista piauí - UOL Essa conexão entre entretenimento, finanças e poder é um dos pontos centrais da análise da revista Piauídinheiro não tem cheiro? tem sim, e dinheiro de bets fede a dor, a tristeza, a destruição de vidas queria ser religioso para acreditar que ....
A cobertura da revista Piauí sobre o "bonde do tigrinho" não passou despercebida e gerou debates.5 - Revista Piauí - UOL Uma crítica específica aponta que a revista teria produzido desinformação ao associar videogames às apostas e ao fenômeno "Tigrinho", defendendo que essa ligação seria equivocada. Essa controvérsia ressalta a delicadeza do tema e a importância de uma análise criteriosa ao discutir a influência de diferentes mídias e atividades de entretenimento.
A revista Piauí, ao abordar o "bonde do tigrinho", cumpre seu papel de investigar e expor questões relevantes da sociedade brasileira. A publicação convida à reflexão sobre a influência da mídia digital, a ética na promoção de produtos e serviços, e as complexas relações entre o mercado de apostas, a política e a vida de influenciadores e celebridades. A análise detalhada dos jornalistas João Batista Júnior e Alessandra Medina, em matérias como "A República do Tigrinho", oferece ao leitor uma perspectiva aprofundada sobre um fenômeno que tem impactado significativamente o cenário social e econômico no Brasil.
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